Eu levo para o caminho uma procura de reconhecimento, do próprio caminho, dos seres que me cercam, dos que se afastam e daqueles que sequer esbarrei. Só sei ser o centro botando para fora essa dança embotada e a voz com sede de espaço, eco e colo. No fundo da solidão convicta mora alguém vestido de vermelho, num macacão bem humorado, agressivo e estilizado.
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